sexta-feira, 2 de maio de 2008

Whellstorm, 15 anos depois da Guerra da Asa Vermelha


Na taverna do Príncipe Massacrado se via de tudo, e nada espantava Primus o taverneiro, ele já não tinha mais cabelos, nariz grande e uma barba cheia era forte e um pouco fora de forma suas cicatrizes marcam algumas aventuras que ninguém alem de sua esposa já ouvira falar, já tinha servido bebida a seres místicos, ladrões, magos, clérigos das mais variadas raças dos mais variados lugares. Era sua diversão ouvir as historias que paravam para descansar por uma noite ou algumas horas.

No entanto alguém chamou a atenção de Primus, era final de tarde e chovia forte sua taverna estava ligeiramente vazia, quando entrou um jovem humano, capa e capuz esverdeados pele branca e alva, seus cabelos negros e curtos traziam a tona olhos mais negros e brilhantes.

O jovem sentou ao balcão e Primus esperou que o chamasse.

- Por favor meu bom homem me de um gole de seu bom vinho e uma cama quente que me traga sorrisos.

Primus, achou estranho, mas já vira coisas estranhas antes.

- Eu me chamo Hermus de Raven terra de Riroph o Sábio. E estou em busca da historia dele e de seus companheiros.

-Todos sabem o que aconteceu com eles, Riroph que Habakuki o tenha morreu enfrentando Foguisto, o cavaleiro foi corrompido pelo mal, Tosher o Minotauro Renegado morreu em batalha, Creton voltou para as florestas de sua tribo, Urso Selvagem Unificou as tribos bárbaras e morreu de velho, tinha também um mão ligeira que se tornou Governador de Porto Balifor, e o príncipe anão que morreu na batalha final. Apenas o Kender não foi encontrado, mas quem acharia um Kender no meio disso tudo?

Sussurrando ao ouvido de Primus...

- Exatamente meu bom homem. Eu encontrei algo que vale mais que qualquer canção já feita nesta taverna. Encontrei em minhas caminhadas o diário de Tekel Olhos rápidos. E nesse diário ele narra fatos grandiosos que nem os Bardos de Palanthas cantaram, e eu Hermus de Raven trarei a canção mais verdadeira de nossos heróis.

E enquanto Hermus puxava sua flauta debaixo de sua grossa capa verde ele dizia em afinada voz.

- E por isso meu bom homem, encha meu copo com seu bom vinho pois não tenho muito dinheiro mas tenho historias para vos contar, historias de um camponês e seus companheiros, que o mal resolveram enfrentar....

Então Primus tirou um pouco da cera de seu ouvido e encheu mais uma caneca de vinho para seu jovem hospede se ele fava a verdade ou não difícil de dizer, mas tem uma boa musica e boas historias para quem está cansado de viagem.

E Hermus ansioso para continuar sua jornada observava seu publico naquele dia chuvoso, onde Dragões, águias gigantes e seres amaldiçoados só existiam em suas canções, mal sabia ele o que os deuses preparavam para seu destino e para o de todos que cruzassem com ele.

3 comentários:

***** disse...

Big in PALANTHAS, ALL RIGHT!

domenikdemerseyside disse...

Mui Fodasso. Boa escolha dos nomes dos personagens. Viva o Deus Riroph, Viva o Cavaleiro da Morte!!

Srta. Anjos disse...

Estou ansiosa para ouvir o resto...ah Hermus, toca RAULLLLLLLL!